Caríssimos irmãos, paz e fogo!
Depois de tanto tempo sem escrever para o blog, retorno com o direcionamento da RCC para 2026, de forma tardia, pois já estamos em abril/maio — e isso tem um porquê.
Como sempre costumo fazer, procuro todo o conteúdo possível e disponível do ENF para depois, então, escrever o artigo. Isso implica tempo, oração, discernimento e muita, mas muita escuta, e este artigo custou um pouco mais do que de costume. Desta vez não tive acesso facilitado ao conteúdo, mas somente às pistas que fui recolhendo aqui e acolá, pois até isso se tornou caro para podermos ter em mãos... Tendo, muitas vezes, que pagar valores absurdos para termos as pregações deste fabuloso encontro da RCC.
Mas enfim, Deus é providente e jamais abandona aqueles que querem servi-Lo na verdade e com verdade.
A RCC sempre se reúne em meados de setembro para discernir o direcionamento do ano seguinte, e o Conselho Nacional discerniu, na manhã de 23/09/2025, a Palavra Norteadora para a Renovação Carismática Católica do Brasil no ano de 2026, após estarem reunidos de 19 a 21/09/2025 em Aparecida do Norte (SP):
“Em nenhum outro há salvação” (At 4,12a)
A moção, como explica Daiana Rehbein, coordenadora da Comissão Nacional de Formação, foi fruto de um intenso tempo de oração, partilha e vigília:
“Durante a reunião do Conselho Nacional, no mês de setembro, o Senhor nos conduziu diversas vezes à cruz. Ele nos pedia: ‘olhem para mim, olhem para a minha cruz’. A cruz é a fonte da graça e da salvação. Não há outro caminho senão Jesus. A palavra norteadora vem justamente para reafirmar isso: a RCC existe para salvar almas.” (Daiana Rehbein)
Segundo Daiana, a expressão “o batismo nasce da cruz” também ressoou fortemente durante o discernimento. “O Catecismo da Igreja, no parágrafo 1225, diz que o batismo vem da cruz, da morte de Cristo. Foi ali que jorraram sangue e água, sinais do Espírito Santo e da vida nova. Por isso, o Senhor nos chama novamente a olhar para a cruz e a levar a salvação às pessoas. Tudo o que fazemos nos grupos de oração precisa conduzir à salvação das almas”, completou.
Para Vinícius Simões, presidente do Conselho Nacional da RCCBRASIL até 31/12/2025, a moção reafirma o Senhorio absoluto de Cristo:
“Do alto da cruz, Jesus manifesta por excelência o seu senhorio sobre todas as coisas. Ele governa de um trono que se chama cruz, para redimir toda a humanidade e resgatá-la de volta para o reino do Pai.”
O convite a “olhar para a cruz”, segundo Vinícius, é uma convocação espiritual para toda a família carismática:
“Todo aquele que olha para a cruz será salvo, será curado. Todo aquele que olha para Jesus na cruz tem a cura psíquica, emocional, espiritual, física, sobretudo a salvação de sua própria alma.”
Ele reforça ainda que o tema é um chamado à centralidade de Cristo na vida do Movimento:
“O Senhor quer dizer à RCCBRASIL que só há um Salvador, que é Ele. Que não nos distraiamos com pessoas ou coisas. A mensagem é clara: voltemos o olhar e o coração inteiramente para Jesus, nosso único e bastante Salvador.” (Vinícius Simões)
É necessário, portanto, olhar com atenção a tais palavras e uni-las à Palavra norteadora deste direcionamento, que é muito mais profundo do que parece.
“O Senhor quer dizer à RCCBRASIL que só há um Salvador, que é Ele...”
Em 2022, Deus já havia dito da centralidade de Jesus, de outra forma — e agora foi mais incisivo.
Por vezes, temos percebido que essa verdade, apesar de bem compreendida (em tese), parece ter perdido a grandeza e importância espiritual, peso e poder sobre nossa vida e no anúncio desta verdade até nas pregações que temos conferido... Muitos tentando relativizar a salvação e o Salvador... Até mesmo nós, os pregadores, não damos mais a ênfase que traz esta verdade quando anunciada pela força do Espírito Santo através de nós.
“Que não nos distraiamos com pessoas ou coisas.”
A distração espiritual tem sido uma problemática crescente e séria em todos os âmbitos da sociedade e da Igreja... É raro encontrarmos pessoas centradas! Qualquer coisa nos distrai! Qualquer coisa tira nossa atenção e centralidade...
Problemas, dificuldades, provas, tribulações, perdas, necessidades etc. são alguns fatores que tiram muito facilmente a atenção de muitos de nós, principalmente no âmbito espiritual, onde se passa a priorizar exatamente tais situações, esquecendo-se que há um Salvador por nós! Há um Salvador que liberta das situações que prendem e escravizam! Há um Deus que nos salva e está pronto para acolher o pedido de socorro do pecador arrependido, daquele que acabou de ter uma queda, ou mesmo daquele servo fiel que está passando pela prova dentro de sua casa — ou até mesmo o pregador desempregado e passando dificuldades financeiras (e não são poucos!), que acabam por se distrair, priorizando situações, pessoas, coisas que são infinitamente menores que Jesus, o Salvador!
“A mensagem é clara: voltemos o olhar e o coração inteiramente para Jesus, nosso único e bastante Salvador.”
Foi exatamente isso que Pedro fez ao ser questionado pelas autoridades que o haviam prendido, a ele e a João, após a cura milagrosa no pórtico de Salomão (cf. At 3,1-11).
Porque, na verdade, todos estavam olhando somente o espetáculo daquele milagre (cf. At 3,10), ou a ressurreição que era ensinada (cf. At 4,1-2), mas não conseguiam enxergar o que Pedro estava apontando no testemunho onde está o direcionamento (At 4,12a).
Vejam! Pedro não estava pregando, mas testemunhando querigmaticamente, calando as acusações (cf. At 4,14).
Anunciar esta centralidade do Salvador que age é algo que tem sido escasso em muitos grupos de oração, onde a identidade está deturpada e corrompida com uma falsa liberdade no Espírito, que conduz (e induz) a inventar-se subterfúgios com a desculpa: “... para que Deus aja livremente...”. Isso é, no mínimo, descabido e sem lógica.
Pois se o que Deus inspira não dá certo, estamos num impasse! Deus inspira uma identidade, com caminhos que nos levam à fidelidade do que Ele quer que façamos e, por conta de discordâncias ou caprichos pessoais, vaidades não superadas, propagam-se narrativas como as de que “estão encaixotando o Espírito Santo” ou “estão querendo controlar o Espírito Santo e Sua ação” — como se isso fosse possível!!! — e até saudosismos de tempos onde não se tinha a formação e a organização adequadas ao crescimento do movimento. E acabam propagando uma falsa imagem distorcida do movimento, suas decisões e direcionamentos — e quem paga é o povo que vai ao grupo de oração em busca de Deus e encontra vaidade de pessoas, que em troca de uma “liberdade no Espírito”, colocam a sua própria identidade, que “acham”, “veem” ou “sentem” que deve ser exercida em seus grupos de oração ou até mesmo eventos...
E o povo, carente de uma ação genuína do Espírito Santo para ser saciado em sua sede de Deus, cai... Bebem águas turvas... Experimentam um fogo estranho... Onde a salvação não é anunciada em nome Daquele que salva e que Pedro testemunhou àquelas lideranças... Em nenhum outro há salvação!
Houve até uma profecia em que Deus apontou para a necessidade de se levantar a Cruz em nossas casas, em nossa vida!
Ora, ora: COLOCAR O SALVADOR NO CENTRO!
Olhar a salvação e quem a dá àqueles que buscam!
Sair da necessidade de espetáculo e show pirotécnico espiritual, para a simplicidade da salvação e do Salvador que nos dá o maior milagre: A EXPERIÊNCIA DA SALVAÇÃO E A CERTEZA CONCRETA DE CÉU, DE ETERNIDADE!
Deus conduz nosso olhar para o essencial! O Deus que age, não o homem ou as coisas! O Deus que salva, não o homem ou as coisas! O Deus que é Todo-Poderoso, não o homem e as coisas!
Foi exatamente isso que Pedro fez junto àquelas lideranças religiosas e políticas que se irritaram (tradução da Bíblia do Peregrino de At 4,2) com a ressurreição anunciada, testemunhada e que estava operando milagres na vida das pessoas...
Deus é tão bondoso para conosco que, através da RCC, está nos lembrando de verdades absolutas que, com o tempo, acostumamo-nos de forma doentia, que já não faziam mais efeito em nosso coração e em nossa alma, tornando-nos indiferentes ao poder que emana de tais verdades.
No ENF 2026, estas verdades vieram à tona por providência de Deus, que não quer que vivamos na ignorância, mas saibamos de Seus planos e de Sua santa vontade para nós, que conhecemos e amamos o movimento e desejamos ser o que Deus realmente quer e espera de nós:
“Pelo seu sangue temos a redenção, a remissão dos pecados” (Ef 1,7) Enfoque: Salvação como obra objetiva de Cristo. Centralidade do sangue de Jesus. Redenção como fundamento do querigma.
O querigma traz essas verdades à tona e, pela força do Espírito Santo agindo em quem anuncia, a experiência de encontro com o Ressuscitado torna-se algo real e não só possível a quem se deixa tocar pelo Espírito Santo.
Cristo derramou Seu preciosíssimo sangue para a remissão de nossos pecados e redenção de nossa alma!
Onde esse anúncio se encaixa? Pecado e salvação! Pregação do Seminário de Vida no Espírito Santo! Primeiro passo na iniciação na RCC!
Em todas as pregações que fiz este ano de 2026, Deus me conduziu em quase todas elas a clamar pelo poder deste Sangue Preciosíssimo! Depois de estudar o direcionamento detalhadamente, orar e experienciar o poder deste direcionamento, o Espírito Santo mesmo me convenceu desta verdade que precisa voltar a ser anunciada com parresia e ousadia!
Em nenhum outro há salvação, pois somente pelo Seu preciosíssimo sangue temos a redenção e a remissão dos pecados!
“Fostes salvos! Assumi o meu senhorio e vivei como salvos.” Enfoque: Salvação como realidade existencial. Senhorio de Jesus como resposta. Vida nova como testemunho.
Vejam: outra pregação do Seminário de Vida no Espírito — a da 5ª semana, para ser mais exato: O SENHORIO DE JESUS.
E aqui vale ressaltar que, no seminário de vida, a 5ª pregação é a da decisão... Daqui para frente, decidimos abrir nosso coração para que Deus faça nele o que for melhor para nós.
Se Jesus é o Senhor — e Ele o é, pois conquistou essa condição junto ao Pai (cf. Fl 2,6-11) — viver debaixo desse senhorio é a nossa resposta, por nossa conta e decisão, mediante a graça recebida e experimentada.
Jesus não me obriga a viver como salvo. Ele fez a parte Dele e me salvou, conquistou isso para mim. Porém, viver como alguém que foi salvo e testemunhar essa realidade existencial que comprova minha experiência autêntica de Batismo no Espírito Santo é comigo! Deus já fez essa parte da salvação para e por mim! Partiu Dele! E agora é hora de responder a esta ação salvífica, da qual eu desfruto pela graça que se derramou sobre mim.
Se a salvação que nos foi dada não for experimentada, não teremos interesse ou motivos para viver essa realidade existencial... Eu vivo porque Deus me deu vida... Para quê?
Essa resposta depende desta experiência salvífica, compreende?
Em nenhum outro há salvação, pois Ele é o Senhor que me chama a viver como salvo por Ele e testemunhar a vida nova que este senhorio me oferece.
“Cristo enviou o Espírito Santo para realizar a sua obra de salvação no interior das almas” (Ad Gentes 4) (Esta frase é a síntese teológica do parágrafo.) Enfoque: Ação do Espírito Santo como continuidade da obra de Cristo. Salvação como transformação interior. Carismas como instrumentos dessa obra.
Aqui temos um trecho do que é dito em alguns momentos na Introdução aos Dons — 3º passo da iniciação da RCC.
Para ser exato: o Espírito Santo realiza interiormente aquilo que Cristo realizou exteriormente.
Esse número 4 da Ad Gentes formula algo que é muito familiar à RCC:
o Espírito Santo “completa a obra do Filho”;
Ele “prepara os corações”;
Ele “abre a mente e o coração”;
Ele “faz com que a obra da salvação se realize”;
Ele “suscita a fé”;
Ele “dirige a missão”.
Não é exatamente isso que ministramos em nossos grupos de oração?
Em nenhum outro há salvação, pois Ele enviou o Espírito Santo para realizar a Sua obra de salvação no interior de nossas almas.
O sofrimento redentor: “A minha cruz é o símbolo da minha vitória, do meu triunfo, da minha salvação” (Hab 2,1-3; Ap 12,10-11) Enfoque: Cruz como lugar da vitória. Dimensão redentora do sofrimento. Chamado à maturidade espiritual.
Duas citações da Palavra de Deus fundamentam esse tópico: Habacuque e Apocalipse.
Todos os sofrimentos de Jesus foram pela nossa redenção, tornando a Cruz instrumento e símbolo de vitória de Deus e da salvação que Ele nos trouxe. Mas vamos à Sagrada Escritura para entendermos melhor:
Habacuque 2,1-3 — A vitória prometida que certamente virá
Esse trecho fala da visão que Deus dá ao profeta:
é uma promessa,
é certeza,
é vitória futura,
é algo que “não tardará”,
é a manifestação final da justiça de Deus.
Habacuque 2,3 diz:
“A visão tem um prazo, anseia pela meta, não falhará; embora demore, espera por ela, pois há de chegar sem atraso.” (Bíblia do Peregrino)
Aqui está o ponto de contato com a frase:
👉 A cruz é o cumprimento da visão prometida: a vitória definitiva de Deus sobre o mal.
Habacuque anuncia a vitória futura; a cruz é essa vitória realizada.
Apocalipse 12,10-11 — A vitória pelo sangue do Cordeiro
O texto diz que:
chegou a salvação,
o poder,
o reino de Deus,
e a autoridade de Cristo.
E o versículo 11 explica como os fiéis venceram:
“Eles o derrotaram com o sangue do Cordeiro e com o próprio testemunho.” (Bíblia do Peregrino)
Aqui está a base do tópico:
✔ vitória
✔ triunfo
✔ salvação
✔ pelo sangue do Cordeiro (a cruz)
Em nenhum outro há salvação, pois o sofrimento redentor de Cristo garante que a Sua cruz é o símbolo da nossa vitória, do nosso triunfo, da nossa salvação oferecida.
Liderança como instrumento de salvação: “Eu sou a fonte que quer jorrar sobre todos por meio de vocês” (Is 61,1-3) Enfoque: Liderança carismática como mediação da graça. Servo como canal da salvação. Responsabilidade pastoral das lideranças e servos.
Penso que aqui Deus apontou na direção dos coordenadores — mas não só a eles, e sim a todos os que foram escolhidos por Deus para exercer alguma liderança no movimento. Mesmo os servos, pois acabam exercendo uma certa liderança em seus lares e em outros locais e momentos onde Deus os levanta para tal.
Isaías 61,1-3 revela um movimento espiritual em quatro etapas, mostrando um fluxo claro:
1. Deus é a fonte
“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim…”
A origem é sempre Deus. A iniciativa é sempre divina. A fonte é sempre o Espírito.
2. O Espírito unge o líder
“... porque o Senhor me ungiu…”
A unção é o momento em que Deus toca alguém para que essa pessoa se torne canal desobstruído da Sua graça.
3. O líder é enviado como instrumento
“... para anunciar, curar, libertar, consolar, restaurar…”
A unção não é para si mesmo, mas:
para outros,
para alcançar,
para transbordar.
4. O povo recebe a graça através do líder
“... para dar aos aflitos… para consolar os que choram… para restaurar…”
A graça que vem de Deus chega ao povo por meio do ungido.
Isso é literalmente liderança como instrumento de salvação.
Essa profecia é uma síntese perfeita do movimento de Isaías 61:
“Eu sou a fonte que quer jorrar sobre todos por meio de vocês.”
Ela corresponde exatamente ao fluxo do texto:
✔ “Eu sou a fonte” → O Espírito do Senhor (v.1)
✔ “que quer jorrar” → A unção que transborda (v.1)
✔ “sobre todos” → Os pobres, quebrantados, cativos, aflitos, os que choram (v.1-3)
✔ “por meio de vocês” → O ungido enviado como instrumento (v.1-3)
Senhores coordenadores, isso precisa ser absorvido por vocês de forma intensa, concisa e prática.
Intensa:
Reconhecer que existe uma unção específica sobre vocês! (Isto é dito em todo o ENF.)
Concisa:
Absorver e transmitir de forma direta, sem superficialidade, com clareza, sem rodeios, o que realmente é — e o que não é — dentro de um grupo de oração, mediante o MOVIMENTO, não mediante sua cabeça, seus “achismos” ou “sentimentos” duvidosos.
Prática:
Não somente saber disso ou daquilo — é o que mais se vê pelos grupos de oração e suas equipes e lideranças — com aquelas “belíssimas” frases que sinalizam o tipo de coordenação que está sendo exercida:
“Ah, eu já fiz esta formação, já sei disso...”
“Ah, eu sei, eu vi isso lá atrás...”
Eu poderia dar diversas frases como estas nas mais variadas versões. Infelizmente.
Isso denota o fim do mundo? Não, claro que não. É todo coordenador que faz isso? NÃO!!! De forma alguma! Mas uma boa parcela, desgraçadamente, pensa e age assim.
De que forma, Antonio Lucio?
Ferindo a unidade, fazendo as coisas segundo sua cabeça, afirmando, por vezes, que o “movimento está engessando/encaixotando o Espírito Santo”, “a RCC esfriou”, “isso é invenção de fulano, beltrano e sicrano”... É cada coisa que chega a dar nojo!
Não participa da vida do movimento, não faz questão de estar nas formações, afirmando que já fez, já sabe isso e aquilo... Enfim, vivem de desculpas e não de fidelidade.
Isso é geral? Não, irmãos. Graças a Deus não são todos que pensam e agem assim... Mas uma boa parte o faz.
Em nenhum outro há salvação. Deus quer usar a liderança como instrumento de salvação, afirmando categoricamente:
“Eu sou a fonte que quer jorrar sobre todos por meio de vocês.”
Não tem como jorrar salvação de forma límpida e clara se o canal por onde passa o que é puro estiver poluído! Entupido! Enferrujado!
Aos retiros e rebanhões de carnaval foi dado este direcionamento geral de cada encontro, apontando que a vida é dada por Deus somente — e não pelos vícios, dificuldades ou pecados — dando um fundamento fabuloso para o querigma, como eu mesmo pude ministrar numa pregação de carnaval:
“É Ele quem dá a todos a vida” (At 17,25b)
E como Tema de Pentecostes:
“Abriu-lhe o lado e, imediatamente, saiu sangue e água” (cf. Jo 19,34b)
Mostrando que, da Cruz redentora, flui toda a salvação — e o próprio Jesus faz jorrar a água viva que sacia a sede, consola e revela Jesus como o Senhor: o Espírito Santo!
Para os Cenáculos com Maria em várias dioceses, Deus deu:
“Com minha mãe, voltem ao cenáculo” (cf. At 1,14)
Direcionando-nos novamente ao Cenáculo, local da experiência do Batismo no Espírito Santo!
Nossos grupos de oração são este Cenáculo semanal que transborda o desejo do coração de Jesus (cf. Lc 12,49)! Nossos grupos de oração são o canal seguro para o cumprimento perene da promessa de Atos 1,8!
Despertemos, pois, e anunciemos durante este ano — e consecutivamente — esta verdade, fazendo ecoar o testemunho de São Pedro às autoridades religiosas e políticas que se irritaram pelo anúncio querigmático que converteu milhares de pessoas e desembocou em nós neste tempo:
EM NENHUM OUTRO HÁ SALVAÇÃO!
Do seu servo e irmão em Cristo, Antonio Lucio.












